
Primitivos. Ignorantes. Desconheceis tudo o que é grande, fugis dele a sete pés. Nunca tereis um pensamento sublime. Nunca atingireis Nietzsche, Holderlin, Shakespeare. Tudo quanto tendes é pequeno, medíocre. Sabe a contas, mexericos, servidão. Não mereceis sequer a liberdade. Limitai-vos a vegetar sem uma ideia própria, sem um demónio ou anjo que vos chame. Não mereceis sequer a vida.
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